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Cais do Sodré
Quando Ramalho Ortigão convida o leitor a fazer "o mais belo dos passeios permitidos ao habitante de Lisboa", é ao Cais do Sodré que se dirige, antes das sete da manhã de um domingo de Setembro de 1876. Ali, na ponte dos vapores, comprava-se o bilhete de ida e volta para Cascais por dez tostões, tomava-se uma chávena de leite …
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Ramalho Ortigão: A Defender of Porto's Heritage
His descriptions of old Porto retain an almost archaeological quality. Consider, for example, his description of the Bainharia area, so named because for centuries it was home to sheath-makers, artisans dedicated to crafting sword sheaths. In the mid-19th century it was still thus, in Ramalho's eyes:
it was almost exclusively inhabited by tinsmiths. It had an entirely golden tone produced …