Artigos
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A Janela de Tomar na lupa de Ramalho Ortigão
A famosa janela da Sala do Capítulo rasga-se na fachada oriental do Convento de Cristo, voltada para o nascente, numa disposição que não é acidental: a luz matinal banha a …
Legado e Atualidade do Pensamento de Ramalho Ortigão
<p>Quando <i>O Culto da Arte em Portugal</i> foi publicado em 1896, tinha todas as características de ser mais um daqueles livros que abanam consciências por um breve momento e depois …
As Capelas Imperfeitas: Poema Inacabado em Pedra
<p>Se o Mosteiro da Batalha era, para Ramalho Ortigão, "o grande livro de mármore, o imortal poema, a Divina Comédia portuguesa", então as Capelas Imperfeitas eram o canto mais misterioso …
A pedagogia patrimonial de Ramalho
<p>O aspecto mais original — e porventura mais actual — do pensamento de Ramalho Ortigão residia na sua concepção pedagógica do património. Para ele, a questão não se resumia a …
Ramalho Ortigão no contexto literário e cultural oitocentista
<p>Ramalho Ortigão não escrevia no vazio. A sua voz indignada inseria-se numa longa tradição de denúncia patrimonial que remontava aos anos 30 do século XIX, quando Alexandre Herculano e Almeida …
Ramalho e o Mosteiro da Batalha como estudo de caso
Meio século depois da visita de D. Fernando II, Ramalho Ortigão encontrou-se perante o mesmo monumento, mas numa fase ainda mais crítica da sua história.
Metáfora do património ameaçado
<p>O contraste era devastador. De um lado, a glória da fundação: um rei vitorioso, os maiores arquitectos da Europa convocados, a nação inteira empenhada numa obra que duraria gerações e …
O Mosteiro de Santa Maria da Vitória - contexto histórico e simbólico
<p>Entre todos os monumentos portugueses, o Mosteiro da Batalha ocupava, para Ramalho Ortigão, um lugar singular e quase sagrado.</p>
O Claustro de Celas
<p> Nos finais do século XIX, quando Ramalho Ortigão visitou o Convento de Celas, o pequeno mosteiro cisterciense fundado por D. Sancha, filha de D. Sancho I, enfrentava uma ameaça …
Passeio no Tejo
Quando o vapor parte do Cais do Sodré rumo a Cascais numa manhã de Setembro de 1876, o Tejo estende-se diante dos passageiros "em toda a sua majestade, como um …
Cais do Sodré
<p>Quando Ramalho Ortigão convida o leitor a fazer <i>o mais belo dos passeios permitidos ao habitante de Lisboa</i>, é ao Cais do Sodré que se dirige, antes das sete da …
Aterro
<p>Quando o vapor se afasta do Cais do Sodré em direção a Cascais, a margem norte do Tejo revela ao viajante oitocentista uma paisagem em transformação. </p>