Nota Literária

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As Capelas Imperfeitas: Poema Inacabado em Pedra

As Capelas Imperfeitas: Poema Inacabado em Pedra

<p>Se o Mosteiro da Batalha era, para Ramalho Ortigão, "o grande livro de mármore, o imortal poema, a Divina Comédia portuguesa", então as Capelas Imperfeitas eram o canto mais misterioso …

17 Jan 2026
A pedagogia patrimonial de Ramalho

A pedagogia patrimonial de Ramalho

<p>O aspecto mais original — e porventura mais actual — do pensamento de Ramalho Ortigão residia na sua concepção pedagógica do património. Para ele, a questão não se resumia a …

17 Jan 2026
Ramalho Ortigão no contexto literário e cultural oitocentista

Ramalho Ortigão no contexto literário e cultural oitocentista

<p>Ramalho Ortigão não escrevia no vazio. A sua voz indignada inseria-se numa longa tradição de denúncia patrimonial que remontava aos anos 30 do século XIX, quando Alexandre Herculano e Almeida …

17 Jan 2026
Ramalho e o Mosteiro da Batalha como estudo de caso

Ramalho e o Mosteiro da Batalha como estudo de caso

Meio século depois da visita de D. Fernando II, Ramalho Ortigão encontrou-se perante o mesmo monumento, mas numa fase ainda mais crítica da sua história.

17 Jan 2026
Metáfora do património ameaçado

Metáfora do património ameaçado

<p>O contraste era devastador. De um lado, a glória da fundação: um rei vitorioso, os maiores arquitectos da Europa convocados, a nação inteira empenhada numa obra que duraria gerações e …

17 Jan 2026
O Mosteiro de Santa Maria da Vitória - contexto histórico e simbólico

O Mosteiro de Santa Maria da Vitória - contexto histórico e simbólico

<p>Entre todos os monumentos portugueses, o Mosteiro da Batalha ocupava, para Ramalho Ortigão, um lugar singular e quase sagrado.</p>

17 Jan 2026
O Claustro de Celas

O Claustro de Celas

<p> Nos finais do século XIX, quando Ramalho Ortigão visitou o Convento de Celas, o pequeno mosteiro cisterciense fundado por D. Sancha, filha de D. Sancho I, enfrentava uma ameaça …

16 Jan 2026
Passeio no Tejo

Passeio no Tejo

Quando o vapor parte do Cais do Sodré rumo a Cascais numa manhã de Setembro de 1876, o Tejo estende-se diante dos passageiros "em toda a sua majestade, como um …

16 Jan 2026
Cais do Sodré

Cais do Sodré

<p>Quando Ramalho Ortigão convida o leitor a fazer <i>o mais belo dos passeios permitidos ao habitante de Lisboa</i>, é ao Cais do Sodré que se dirige, antes das sete da …

11 Jan 2026
Aterro

Aterro

<p>Quando o vapor se afasta do Cais do Sodré em direção a Cascais, a margem norte do Tejo revela ao viajante oitocentista uma paisagem em transformação. </p>

11 Jan 2026
Largo dos Jerónimos

Largo dos Jerónimos

<p>Quando Ramalho Ortigão escreve sobre os Jerónimos no final do século XIX, o monumento enfrenta uma questão crucial: que destino dar ao edifício anexo ao mosteiro, então em obras de …

11 Jan 2026
Junqueira

Junqueira

<p>Do convés do vapor que navega rumo a Cascais, o passageiro oitocentista vislumbra a linha majestosa da margem norte do Tejo. À esquerda surgem os palácios da Junqueira, <i>gravemente enfileirados</i> …

11 Jan 2026